A Guarda Municipal de Campinas tem usado lançadores de munição com tinta, similares às armas de paintball, para ajudar a identificar os responsáveis por depredações e saques durante as manifestações que acontecem na cidade. Os atos terminaram em confronto e furtos na região central.
A arma é de origem belga (lançadores FN 303) e de venda controlada para uso em contenção de distúrbios. Movida a ar comprimido, parece uma metralhadora com pente giratório e dispara balas de borracha ocas carregadas com tinta, gás de pimenta ou vazias (para impacto).
A GM de Campinas tem três dessas armas não letais e tem usado desde o dia 19, quando 30 mil manifestantes foram às ruas para protestar contra o aumento da tarifa de ônibus. O preço da passagem na cidade foi reduzido de R$ 3,30 para R$ 3 na segunda-feira (24).
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O secretário de Segurança Pública da prefeitura, Luiz Augusto Baggio, diz que as armas têm auxiliado a marcar os agressores para identificá-los. Nesta quarta-feira (26), a Polícia Militar anunciou que vai colocar 500 homens nas ruas durante as manifestações.
Campinas usa munição com tinta para identificar responsáveis por depredações
R7 – São Paulo
Agência Estado
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Campinas usa munição com tinta para identificar responsáveis por depredações
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